Há 32 mil anos, chegou na Terra, um grupo de missionários, designados por Deus, vindos de um Planeta atualmente nomeado Capela, que ficou conhecido, em nossa linguagem iniciática, como Equitumans.

Seus corpos eram diferentes dos nossos e sua fisiologia os tornava quase indestrutíveis, razão pela qual ficaram conhecidos como “imortais”. Durante 2 mil anos, os Equitumans dominaram toda a Terra, preparando seu relevo e condições climáticas necessárias ao surgimento de vida humana.

Desapareceram, de modo repentino, num cataclismo que atingiu a Terra, provocado pela aproximação de um corpo extraterreno, muito semelhante à imagem que fazemos hoje de uma nave espacial. Na linguagem do Vale do Amanhecer, esta nave, conhecida como Estrela Candente, foi comandada por um Mestre Planetário, um espírito de luz, a que nós chamamos de Pai Seta Branca.

O fenômeno resultante deste cataclismo, realizado sob a benção de Deus, sepultou o núcleo central da civilização Equituman, na área do atual Lago Titicaca, situado entre o Peru e a Bolívia. Os Equitumans se mantiveram vivos apenas nas lendas em torno dos deuses antigos.

Cerca de 5 mil anos depois, vieram os Tumuchys, sob a liderança do Grande Tumuchy. Mais uma vez, estava Pai Seta Branca em missão na Terra. Os Tumuchys eram espíritos extremamente evoluídos, cientistas capazes de realizar grandes construções, que serviam como pontos de captação energética do Cosmo.

Essas obras, até hoje, seguem sem explicações de como foram construídas, como as Pirâmides do Egito, Machu-Picchu e Ilha de Páscoa.

Conheciam a intimidade do átomo e sua relação com o Cosmo e sabiam da conjunção de forças entre o Sol, a Terra e a Lua. Eles não se dizimaram como os Equitumans, mas se dispersaram após a partida de seu líder e, encarnação após encarnação, formaram grandes civilizações, como os Maias e os Incas.

Por fim, surgiram os Jaguares, liderados pelo espírito do Grande Jaguar, nosso Pai Seta Branca. Era assim chamado por se tratar de um espírito valente, aguerrido e de grande coragem.

Daí a ligação com a figura dos felinos, batizados de Jaguares pelos andinos. Essa figura também é utilizada para representar o Deus maior dos Incas, Viracocha, que era tido como o criador do Céu, da Terra e dos Humanos.

Para dominar as montanhas e os mares vieram os Equitumans; para a captação e aproveitamento das energias cósmicas foram necessários os Tumuchys; para disciplinar as populações do Mundo, na continuação do grande projeto de evolução deste Planeta, vieram os Jaguares.

Jaguar: por essa designação são chamados os médiuns de nossa Corrente. O Jaguar é um de nossos símbolos mais expressivos, por assumir ampla representação na Doutrina do Amanhecer e por identificar o espírito de Pai Seta Branca em sua encarnação como o “Grande Jaguar”.

Figura existente no centro da travessa superior da misteriosa Porta do Sol, nos altiplanos dos Andes, na Bolívia, próximo ao Lago Titicaca. A representação do Jaguar é a mesma adotada no Vale do Amanhecer, cujos Médiuns, por essa razão, são chamados de “Jaguares”.

Texto extraído do livro: Os Símbolos na Doutrina do Vale do Amanhecer.